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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

PKP em Berlin

Caros seguidores, estava assimilando o que poderia ser de importante para divulgar. Tive a viagem para apresentação dos trabalhos no evento do PKP em Berlin, que foi excelente. Acessem os resumos e vão se surpreender com o nível das apresentações e conferências. Ver ao vivo Jonh Willinsky e o colega Gustavo Fishman foi muito gratificante e motivador, pois, vi que estamos no Brasil muito bem, em relação ao acesso aberto de nossos periódicos. De instalações do OJS/SEER temos no momento 1.650 revistas, todos ficaram impressionados com a quantidade de periódicos que utilizam o OJS, temos que agradecer ao IBICT pela grande disseminação. Fiz uma apresentação mostrando que saltamos de 2005 (17 periódicos no JCR Science Edition) para 2010 (89 periódicos), é um número que mostra que o acesso está gerando visibilidade para nossas publicações. Em minha apresentação tem o CASE da Acta Scientiarum. Agronomy, a 20ª revista mais importante do Brasil, e a segunda em Ciências Agrárias, ao qual, faço parte da equipe de estratégias, planejamento e gestão, e me orgulho muito. De 2006 à 2011 este e outros periódicos Acta Scientiarum de nossa editora - Eduem alcançaram ótimos níveis de indexação e avaliação.

CrossRef

Alguns colegas entraram em contato para saber sobre as faturas do CrossRef. Apresentei no CBBD a questão da fatura anual para quem usar até U$1.000 dólares de DOI, evitando a grande despesa e burocracia para pagamentos trimestrais. O CrossRef atendeu a indicação que fiz durante o evento na UFSC, de que gastamos muitas vezes mais de taxas de câmbio do que de DOI. Então as faturas serão enviadas referente ao último trimestre do ano junto com a Invoice da anuidade, assim, facilitando o pagamento em um único processo. Acesse a newsletter com estas e outras informações importantes. http://www.crossref.org/10quarterly/quarterly.html


Agenda


  • Estarei o Encontro Nacional de Editores Científicos-ENEC da ABEC em Gramado. Excelente evento destinado aos editores e profissionais da informação que querem crescer e aprender muito sobre publicações científicas. Evento bianual ao qual já fui palestrante em 2009, apresentando o DOI. A programação está excelente, não percam esta oportunidade. XIII Encontro Anual de Editores Científicos


  • Estarei como palestrante no V Seminário de Pesquisa do PPI-Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UEM.


  • Também estarei atualizando o IFPR em curso de OJS.




sexta-feira, 2 de setembro de 2011


CrossRef no Brazil: atualizações

O CrossRef teve neste ano após o evento ”I CrossRef Annual Meeting Brazil”, promovido pela UFSC, o marco inicial da disseminação da utilização de seus serviços. No Brasil a implementação inicialmente em grande escala foi realizado pelo projeto SciELO e depois adotado por algumas universidades e editores como a UEM. O principal serviço procurado no momento é o DOI (Digital Object Identifier), ao qual o CrossRef é o principal agente, entre os demais serviços com seus metadados. Ed Pentz apresentou todos os serviços e demais conveniados, como o CrossCheck. Muitas instituições e editores brasileiros tiveram após esta apresentação informações de como proceder na associação e custos dos serviços, que seriam suas principais dúvidas. Um dos principais aspectos que dificultava o credenciamento de novos editores é o pagamento das Invoices trimestralmente. Com a mudança pelo CrossRef para o pagamento anual de faturas até US$1.000, não necessitando de diversos gastos com tarifas bancárias e sim uma única. A padronização do novo “New Display Guidelines” também foi importante. É necessário a implementação do DOI para os artigos anteriores dos periódicos e também de artigos que estão ahead of print. Desta forma, a visibilidade do DOI atuará sempre. 


News


PKP 2011

De 26 a 28 de setembro, acontecerá o PKP 2011 em Berlin, estarei apresentado dois trabalhos, venho a dizer que o evento tem ótimas apresentações. Para quem quiser participar, é o principal sobre acesso aberto do momento.

Trabalho sobre visibilidade e repercussão de publicações com OJS no Brasil

Pôster sobre a implementação pioneira do DOI utilizando o OJS, ao qual a UEM é a instituição que mais depositou desde 2008





CBBD 2011

Apresentei um trabalho no CBBD 2011 em Maceió, sobre atualizações do CrossRef e seus serviços, foi importante, pois, é um evento mais importante da área. Consegui apresentar com um bom tempo e tive quase 15 perguntas respondidas. Venho a dizer que foi importante disponibilizar informações para quem precisa utilizar os serviços do CrossRef. 

Edilson Damasio, MsC.
Bibliotecário/Librarian/Maringá State University Press (Eduem)

terça-feira, 7 de junho de 2011

O futuro e os mobiles / Também notícias do CrossRef

Pessoal, neste post terei duas matérias, uma sobre a utilização de mobiles e tablets. Um exemplo de utilização de celular como modem e no final notícia sobre o primeiro seminário do CrossRef realizado na América-Latina, organizado pela UFSC-BU, onde estiveram colegas do Brasil discutindo os serviços do CrossRef e tirando muitas dúvidas.




O FUTURO E OS MOBILES


Os mobiles (celulares com aplicativos de leitura de textos, mídias, filmes, fotos, entre inúmeros softwares), são utilizado no mundo por 4 bilhões de assinantes e usuários. 1 bilhão de novos celulares são produzidos por ano, respondendo à inovação e necessidaes de nosso tempo pós-moderno.
Os e-readers como o Ipad, Galaxy e demais tablets se enquadram como hardwares muitifuncionais, pois, tem sistemas para leitura de e-books e e-journals entre outros aplicativos, onde, destaca-se o Ipad da Aple.
Esta previsto que em 2020 o mobile será o aparelho de conexão primária para a Internet, pela grande maioria das pessoas (Pew, Dec 2008)
Em 1 ou 2 anos grande parte dos estudantes estarão utilizando smartphones e tablets.
Estas são previsões futuristas que estão bem próximas, mas, estão começando a se mostrar em nossa volta o tempo todo. Sempre tem alguém utilizando seu notebook (com tecnologia 3G) ou modem, seu smartphone e também alguns com o Ipad.


Mobile e sua categoria principal:
- tecnologia em contínuo crescimento
- miniaturização
- conexão para ensino em uma sala de aula, por exemplo,
- flexibilidade
- informal, pessoal e personalizado
- forma de conexão rural à Internet, por exemplo,

Porque os estudantes utilizam mobiles?
- flexibilidade (qualquer tempo e lugar)
- utiliza diferentes estilos de comunicação
- utilizado como suíte de dados
- suporta as necessidades de aplicativos especiais ou específicos, ou seja, não tem limites

Onde estará a mudança?
- está acontecendo neste momento
- os estudantes de agora são e utilizarão no futuro e cada vez mais esta tecnologia
- estamos na era das redes sociais que o mobile insere-se facilmente
- os editores devem estar atentos a esta necessidade dos estudantes e comunidade universitária
- livros e revistas inteligentes, com aplicativos de multimídia terão um grande espaço para crescimento, como exemplos abaixo exemplo para Ipad:

e-book de biologia:


e-book de música:

Fonte: E-books and E-content 2011. Nichyt Whitsed (UCL). The future is mobile.

Não podemos esquecer do sistema operacional Android, que está disponível para ser utilizado em grande parte dos mobiles, a vantagem é que este é mais popular e de fácil acesso a aplicativos freeware. Mas dependem de estudo dos usuários na sua utilização, que tenho certeza não terão dificuldade nenhuma, principalmente a geração que utiliza muito o celular e redes sociais.


IMPORTANTE: Um bom exemplo de estudo que descobri este ano, comprei um celular 3G, com uma linha 2G (pré-pago), pago R$0,50 centavos para navegar por dia (baixa velocidade via WAP). Descobri na página do fabricante do celular, que tem o software suíte para conexão com o Netbook (gerenciar fotos, torpedos, músicas, etc) para sincronização. Conecto o cabo de dados do celular no Netbook, peço uma conexão à Internet pelo software do celular no Netbook, a transmissão é feita via celular em 2G, e Voilà estou navegando na Internet, em qualquer lugar do Brasil.


Algumas pessoas tem necessidade de alta velocidade e podem assinar os planos 3G que são no mínimo R$80,00 mensais para celular, ou adquirir um modem para PC que seria mais uma despesa mínima de R$70,00. Mas para a minha necessidade mostrada anteriormente está ótimo. Mas todo celular conecta em planos 2G, e melhor, pode ser modem também, se bem estudado como ele se conecta, mas depende de software de conexão com o PC e habilitar a conexão apn.
Fonte: Eu!




EVENTO DO CROSSREF NO BRASIL    




Evento organizado pela BU - UFSC e CrossRef no dia 26 de maio.
O principal convidado foi o Diretor executivo do CrossRef Ed Pentz, que fez apresentação dos produtos e serviços oferecidos aos associados e respondeu à diversas perguntas de participantes de todo o Brasil. O CrossRef é hoje a principal agência de implementação do DOI (Digital Object Identifier) do mundo, com 96% destes registros. A UEM-Universidade Estadual de Maringá é associada e pioneira na implementação em grande quantidade institucionalmente, que desde 2008 tem mais de 3000 DOI´s ativados em seus periódicos, sendo a pioneira no Brasil em implementação de DOI´s para eventos. Participei na coordenação da mesa no período da tarde, onde teve a participação também da UEM, IBICT, Capes, SciELO, Cubo e UFSC.
O evento foi transmitido ao vivo pela TV-UFSC, os vídeos serão disponibilizados pela equipe da BU da UFSC. 


sábado, 16 de abril de 2011


CrossMark nova ferramenta do CrossRef

Lançamento previsto para este mês (abril 2011), a mais nova ferramenta do CrossRef.
Utilizado para avaliação de versão final de uma publicação, com foco em Editoras que visam a certificar com segurança o conteúdo do texto científico, ou seja, updates ocorridas no  documento na sua versão atual. Visa mostrar versões do documento, com:  alterações, melhoras, correções no documento, que não contenham dados fraudulentos ou incorretos, e sua conservação e acompanhamento completo.
Um documento pode ter erratas, correções, updates, retrações, novas edições e precisa ser controlado.
Propósitos:  
(usuário)
  • permitir ao pesquisador determinar se estão acessando ou vendo uma cópia mantida por um editor original e em qual versão.
  • verificar facilmente o status do documento, se ele teve alterações;
  • acesso a conteúdo de metadados, de documentos publicados, que o Editor considera importante no documento.

(editora)
  • ela é responsável pelo conteúdo acadêmico, na primeira certificação do documento e seu gerenciamento.
  • anunciar os passos que utiliza neste documento para assegurar a confiabilidade de seu conteúdo, mesmo após a publicação final, deixando para o usuário todas as informações relevantes sobre o paper.

Preocupações dos Editores com erros de conteúdo:
  • o impacto negativo causado pelas retratações
  • o impacto negativo nas estatísticas do artigo e "fator de impacto"
  • os leitores podem guardar versões incorretas do texto publicado e citá-los
Exemplos de artigos com retratações:







Serviço opcional oferecido aos membros do CrossRef, composto por:
  •  uso do logotipo que visa a identificar a versão do documento, clicando tem todas as etapas em que no documento houveram correções e suas versões mantidas pelo Editor
  •  uso do Crossmark e as normas para exibição dos metadados associados à publicação
  •  conjunto de serviços ativados pelo editor na utilização dos termos e normas.



Qual o custo: 20 cents para os dois últimos anos, 2 cents para publicações anteriores
Regras: manter o conteúdo do DOI, depositar e manter os metadados, adicionar o logo e link no html e PDF
Deve ser utilizado relacionado ao link DOI, que remeterá para uma nova versão do documento já com suas alterações. Utiliza também a integração de ontologias para a descoberta de conhecimento em andamento, além da leitura tradicional.
Permite a utilização de licenças CC-Creative Commons.
Fonte: CrossRef


Segue também o endereço de algumas apresentações minhas sobre periódicos eletrônicos, gestão, indexação e outros no Slideshare: http://www.slideshare.net/edamasio/presentations

sábado, 12 de março de 2011

Protótipo de artigo do futuro / Elsevier

O Article of the Future Project, iniciando com a revista Cell, visa a reformular o conceito e estrutura de um artigo on-line. Como é um protótipo, formulei algumas observações importantes.
Na verdade existe uma compilação de recursos já disponíveis em vários periódicos em uma única plataforma. Isso é bom, pois, mostra que devemos buscar melhorias constantes em nossas plataformas, principalmente, utilizando os links, figuras, feeds e mídias. É uma superplataforma de links, e o futuro é esse mesmo!
Sendo a principal revista de Life Sciences, a Cell sempre teve altos investimentos em conteúdo, com menus diretos à diversas partes do artigo, e não somente a apresentação em forma de PDF ou html. Nos menus que está o grande investimento, mais menus, com mais possibilidades, não é necessário ler o artigo todo, o pesquisador pode correr pelos menus até o que interessa.Nesta área, grande parte da leitura está focada no método, resultado e discussão pelos pesquisadores.
Neste ponto é importante este investimento, como:
Qualidade das figuras (tendência na visualização de imagens) logo após a leitura do abstracts, acima tem menus para as imagens, referências, métodos. Gráficos grandes, com alta resolução, e possibilidade de demais mídias serem incorporadas.
Informações completas de todos os autores e sua afiliação, e se receberam fomento para a pesquisa e de qual agência.
Link direto aos resultados, com gráficos dos resultados.
Lista de imagens e dados (figuras, gráficos e tabelas) do artigo, com ícones pequenos em uma única página, para o pesquisador navegar pelas figuras sem necessidade do conteúdo.
Recursos em xhtml bem desenvolvidos para publicação, além do PDF.
Detalhes do experimento (procedimento experimental).
Referencias com análise (número de citações, link ao texto completo) e gráficos de análise de citações, e ordenamento.
Liberação de ferramenta de feedback (ferramenta de análise) do artigo com comentários, em média 80% positivas segundo a (Elsevier/Cell). Possibilidade de deixar questões fechadas ou abertas, com escalas de respostas, por exemplo.
Como resultado, este artigo do futuro foca nas principais preferências na leitura de artigos, como:
- resultados navegáveis com ilustrações
- figuras e ilustrações com alta definição (grandes)
- integração de áudio e vídeo
- abstracts com link aos gráficos
- possibilidade de marcadores no artigo
- referências com possibilidade de classificação ou filtragem (número de citações)
Interessante a não disponibilização de dados estruturados para informação científica, como XML e RDF, que poderia aumentar a disponibilização via web semântica do conteúdo.
Hipóteses que identifiquei: a comunidade se interessa em melhorias nas ferramentas dos periódicos; a semântica possibilita um enriquecimento na qualidade, e seu uso e suporte e está acessível; link para dados do artigo sem a necessidade de impressão e leitura, devido à navegação por menus.

Fonte: Elsevier Building Insights. Breaking Boundaries.TM

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Artigos “Belas Adormecidas” acredita que existem!

Termo usado pela primeira vez por Anthony F. J. Van Raan em 2004, definido como conhecimento tardio pelo Dr. Eugene Garfield (ISI), finalmente analisados por Wolfgang Glänzel . São artigos muito pouco citados nos anos próximos à sua publicação, mas depois, tornam-se altamente citados. Chegou-se à criação da equação "Grand Sleeping Beauty Equation". Permite cálculos diversos, mas, a principal é o número de citações por ano, em períodos que "dormiu" e voltou.
São artigos que tem um número de citações inesperado, mas fogem à exceção das regras bibliométricas e das auto-citações. Existe o exemplo do artigo de Redner, publicado na Physical Review em 1935. Artigo que questiona os fundamentos da mecânica quântica de um famoso paper de "Einstein, Podolsky e Rosen (EPR)". Mesmo sendo reconhecido como importante, manteve-se com poucas citações até no final dos anos 80 e início de 90, em que algumas previsões de EPR tiveram como ser testadas.
Belas Adormecidas pode refletir como descobertas prematuras, que a comunidade científica não está preparada para avaliar quando é publicada. Pode também ser um resultado que cai "fora de moda" e sobe a popularidade anos depois. Ou talvez possam ser despertadas por acaso. A ciência é assim.
Fonte: Elsevier Research Trends
Van Raan, A.F.J. (2004) "Sleeping Beauties in science", Scientometrics, Vol. 59, No. 3, pp. 467-472.
Glänzel, W., Balázs, S., Thijs, B. (2003) "Better late than never? On the chance to become highly cited only beyond the standard bibliometric time horizon", Scientometrics, Vol. 58, No. 3, pp. 571-586.
Redner, S. (2005) "Citation Statistics from 110 years of Physical Review", Physics Today, June, pp. 49-54.